O agora segundo Žižek

30.08.2012

Revista Babel - LIVROS
Rodrigo Fonseca


Ao contrário do que possa sugerir seu título, o livro não é atravessado por um tom apocalíptico, chega a mostrar otimismo, ao lado de um senso de responsabilidade política e desafio intelectual – característica de toda a obra do autor. Sem banalizar o desafio de superar o fim dos tempos, alerta para a necessidade de passarmos pelo ritual do luto, encarando os seus traumas e o seu vazio substancial como oportunidades que não devem ser perdidas. E cita Mao Tsé-Tung: há uma grande desordem sob o céu, a situação é excelente.