Os livros favoritos de Juca Kfouri

23.07.2016

Nexo
Juca Kfouri
Um dos principais nomes do jornalismo esportivo, Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP e tem, entre seus livros favoritos, obras de Graciliano Ramos, Guimarães Rosa e Leonardo Padura
 
O Homem que amava os cachorros
Leonardo Padura
 
"Uma extraordinária biografia de Leon Trotsky sobre os bastidores da Revolução Russa e a traição de seus princípios, além de uma visão original e crítica da Revolução Cubana."
 
A dança dos deuses
Hilário Franco Júnior
 
"Tratado sociológico, antropológico, psicológico e histórico sobre o futebol brasileiro, num texto fácil e nada acadêmico, embora o autor seja um respeitado medievalista da USP."
 
Memórias do cárcere
Graciliano Ramos
 
"O estilo seco, mas afetuoso, cortante e sem adjetivos de um dos melhores escritores da literatura mundial. Se você jamais foi preso, mas tem curiosidade de saber como é, leia."
 
Grande Sertão: Veredas
João Guimarães Rosa
 
"A mais bela viagem que se pode fazer pela língua portuguesa, num romance que é um poema ou num poema que é um romance."
 
Fernando Pessoa, uma quase autobiografia
José Paulo Cavalcanti
 
"A brilhante sacada de um autor não menos, que consegue se investir do papel do genial português para produzir uma obra repleta de fatos inéditos sobre alguém tão pesquisado."
 
Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.