Ruy Guerra

paixão escancarada

Vavy Pacheco Borges

Ago/2017
Futuro lançamento

A história do cineasta Ruy Guerra não está só nas páginas do Cinema Novo -  é o que a historiadora Vavy Pacheco Borges pretende mostrar em seu próximo livro, a biografia Ruy Guerra: paixão escancarada, que será publicada em 2017 pela editora Boitempo. O livro escrito pela professora aposentada da UNICAMP esmiúça o moçambicano que adotou nosso Brasil como sua pátria nos três continentes em que viveu - África, Europa e América - e nos variados relacionamentos, familiares, amorosos e sobretudo no  campo da criação artística, desde a adolescência o eixo da vida de Ruy.

Faz ainda uma introdução ao conjunto de sua obra, que contempla filmes, peças de teatro, crônicas semanais por quase 5 anos no Estadão, mais de 100 poesias e igual número de letras de músicas em parceria com músicos como Chico e Francis Hime, Milton Nascimento, Carlos Lira, Edu Lobo. No cinema por volta de duas dúzias de longas, séries e curtas; dos longas  dez são brasileiros, outros produzidos mundo a fora pelo primeiro cineasta a filmar fora do país.  Ruy é quem levou à tela o maior número de obras do amigo Gabo, Gabriel García Márquez. Seu filme mais recente, que acaba de entrar no circuito de festivais, é uma adaptação de Quase memória, romance homônimo do jornalista brasileiro Carlos Heitor Cony.

Vavy Pacheco Borges fez mais de 150 entrevistas para concluir esse trabalho de uma década. Consultou materiais de arquivos públicos e privados nos três continentes por onde Ruy deixou seus rastros para traçar um rigoroso retrato do cineasta, que completou 85 anos de idade neste ano e acaba de ser homenageado no documentário  O homem que matou John Wayne, dirigido por Diogo Oliveira e Bruno Laet e lançado na última edição do festival É tudo verdade.A história do cineasta Ruy Guerra não está só nas páginas do Cinema Novo -  é o que a historiadora Vavy Pacheco Borges pretende mostrar em seu próximo livro, a biografia Ruy Guerra: paixão escancarada, que será publicada em 2017 pela editora Boitempo. O livro escrito pela professora aposentada da UNICAMP esmiúça o moçambicano que adotou nosso Brasil como sua pátria nos três continentes em que viveu - África, Europa e América - e nos variados relacionamentos, familiares, amorosos e sobretudo no  campo da criação artística, desde a adolescência o eixo da vida de Ruy.

Faz ainda uma introdução ao conjunto de sua obra, que contempla filmes, peças de teatro, crônicas semanais por quase 5 anos no Estadão, mais de 100 poesias e igual número de letras de músicas em parceria com músicos como Chico e Francis Hime, Milton Nascimento, Carlos Lira, Edu Lobo. No cinema por volta de duas dúzias de longas, séries e curtas; dos longas  dez são brasileiros, outros produzidos mundo a fora pelo primeiro cineasta a filmar fora do país.  Ruy é quem levou à tela o maior número de obras do amigo Gabo, Gabriel García Márquez. Seu filme mais recente, que acaba de entrar no circuito de festivais, é uma adaptação de Quase memória, romance homônimo do jornalista brasileiro Carlos Heitor Cony.

Vavy Pacheco Borges fez mais de 150 entrevistas para concluir esse trabalho de uma década. Consultou materiais de arquivos públicos e privados nos três continentes por onde Ruy deixou seus rastros para traçar um rigoroso retrato do cineasta, que completou 85 anos de idade neste ano e acaba de ser homenageado no documentário  O homem que matou John Wayne, dirigido por Diogo Oliveira e Bruno Laet e lançado na última edição do festival É tudo verdade.