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Confira a dica de leitura do vlog Aventuras na Leitura.

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Revolução ecossocialista e o desafio de não ceder à resignação João Vitor Santos 16.10.2017 IHU Online
 
Poucos sabem, mas a primeira instituição de ensino primário que usava a pedagogia psicanalítica foi fundada em Moscou em 1921 pela psicanalista Vera Schmidt.
 
Estava-se no início da revolução que marcou a história mundial em 1917, e a psicanálise de Sigmund Freud florescia como uma ferramenta capaz de ajudar a população a se adaptar a um contexto de profundas transformações sociais.
"É algo que prova que a...
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O que a teoria da sexualidade de Freud tem a ver com revolução comunista na Rússia? A redação 16.10.2017 Sputnik | Mundo
 
1917: o ano que abalou o mundo
Autor(es): Ivana Jinkings, Kim Doria e Joy-Ann Reid (org.)
Tradução: Diego Silveira Coelho Ferreira (e outros)
Editora: Boitempo
Quanto? R$ 59
 
Lançada no seminário internacional homônimo organizado pelo Sesc em setembro, a coletânea reúne textos de autores como Michael Löwy, Domenico Losurdo e Arlete Cavaliere. Os ensaios abordam temas ligados à revolução, como o legado do movimento no Brasil e a participação das mulheres.
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Lançamentos compõem mosaico para entender a Revolução Russa A redação 15.10.2017 Folha de S.Paulo
 
Mas quem eram, o que queriam, o que fizeram os bolcheviques? Três outros lançamentos recentes jogam luzes sobre essas questões. Em oposição à grande maioria dos socialistas, Lênin acreditava que o proletariado deveria tomar o poder imediatamente e construir sua famosa ditadura, abrindo caminho para o comunismo.
 
As teorias leninistas sobre a sociedade russa, o capitalismo, o imperialismo, o Estado e a revolução são discutidas em "Reconstruindo Lênin" [trad. Baltazar...
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Biografias e textos de época jogam luz sobre figuras de Lênin, Trótski e Stálin Marcel Novaes 15.10.2017 Folha de S.Paulo
 
Como parte do projeto de traduzir, diretamente do alemão, toda a obra de Karl Marx, a Boitempo Editorial publica um texto inédito no Brasil, com tema e estilo muito diferentes do restante de sua produção. Sobre o suicídio é uma peça “insólita” em meio aos seus trabalhos, como coloca Michael Löwy em ensaio que acompanha o livro. É um Marx que trata da esfera da vida privada, das angústias da existência mediada pela propriedade e pelas relações...
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Um Marx que trata das angústias da existência mediada pela propriedade A redação 15.10.2017 Acordo Coletivo Org
 
Marx, no livro Grundrisse (São Paulo, Ed. Boitempo, 2011, p. 395), descreve como as aldeias germânicas (e o mesmo valia para as aldeias gregas, romanas, egípcias, indígenas etc) tinham terras públicas, “terra comunitária ou terra do povo”, “áreas de caça, área de pastagem, área de estação de lenha et, da parte da terra que não pode ser repartida”, “como complemento da propriedade individual”. 
 
Em cada cidade ou aldeia do mundo,...
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Economia mista é a regra geral Luiz Francisco 15.10.2017 Blog Luiz Francisco F. de Souza
 

Há 100 anos, em outubro de 1917, acontecia a revolução que estabeleceria um Estado socialista na Rússia e em outros países do leste europeu - e fortaleceria a esquerda política em todo o mundo. Mas 74 anos depois, em 1991, esse Estado entrava em colapso. Em 2017, no entanto, um dos principais intelectuais de esquerda do Reino Unido, o escritor Tariq Ali, acha que os partidos de esquerda ainda têm o que aprender com revolucionários russos como...

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Tariq Ali veio o Brasil para lançar uma nova edição dos principais textos da Revolução Russa A redação 15.10.2017 BBC Brasil
 

Uma piada popular dos anos 1920 e 1930 na União Soviética contava que um grupo de coelhos apareceu na fronteira russo-polonesa. Queriam entrar na Polônia. Quando o guarda polonês lhes perguntou por que deixavam a URSS, disseram: “A GPU (futura KGB) deu ordens para prender todos os camelos na União Soviética.” “Mas vocês não são camelos!”. “Bom, tente dizer isso para a GPU.” Historiadores na antiga União Soviética se viam às vezes na pele do coelho, tentando...

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'Reconstruindo Lênin' é biografia intelectual do líder soviético Marcelo Godoy 15.10.2017 Estadão
 
Outubro, de China Miéville (tradução de Heci Regina Candiani; Boitempo; 352 páginas; 59,00 reais)
 
Autor de romances como O rei Rato e A cicatriz, que ele próprio define como “literatura bizarra” (que contém elementos de ficção científica, fantasia e terror), o britânico China Miéville, de 45 anos, retorna aqui às suas origens acadêmicas, quando fazia doutorado sobre teoria marxista, com um livro de divulgação histórica sobre a Revolução Russa. O resultado é um relato ágil sobre...
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O centenário da Revolução Russa e os livros A redação 14.10.2017 VEJA
 
Em Guerra e revolução: o mundo um século após outubro de 1917, lançado pela editora Boitempo, o filósofo-historiador italiano Domenico Losurdo, um dos mais expressivos intelectuais da atualidade e conhecido do público brasileiro pelas obras A linguagem do império (2010), A hipocondria da antipolítica (2014), A luta de classes uma história política e filosófica (2015), celebra o centenário de um dos acontecimentos mais emblemático do século XX: a Revolução Russa.
 
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Revisionismo histórico e a deslegitimação da tradição revolucionária e anticolonial Herculis Pereira Tolêdo 13.10.2017 PUC | SP
 
Na terça-feira 3 de outubro, Losurdo esteve no Sindicato dos Engenheiros, no Centro de São Paulo, para apresentar seu ponto de vista sobre os legados e lições que deixa a Revolução Russa em seu centenário. Foi um evento promovido pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da Fundação Maurício Grabois e da Editora Boitempo, que trouxe o filósofo ao Brasil para um seminário internacional, ocorrido na última semana no Sesc Pinheiros (São Paulo).
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Revolução de Outubro deixou alerta contra o neocolonialismo Cezar Xavier 13.10.2017 Instituto Lula
China Miéville: “O colapso do liberalismo abre espaço para a esquerda” Ruan de Sousa Gabriel 13.10.2017 Época
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Congresso na UFBA conta com a presença de Pierre Dardot e Christian Laval Murilo Guerra 13.10.2017 EdgarDigital (UFBA)
 
A CONSTATAÇÃO
É bem possível que as comemorações dos cem anos da Revolução Russa no Brasil, no terreno da disputa e divulgação de ideias, não tenham paralelo em país algum. Nem na Rússia.
 
Formamos uma esquerda – com múltiplas nuances – nos últimos quarenta anos acostumada a realizar atos de massa. Talvez tenha a ver com as dimensões do país, apesar de todos os problemas enfrentados, de nossas insuficiências e ilusões. E de nossas derrotas.
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A Revolução Russa brasileira é a maior do mundo Gilberto Maringoni 12.10.2017 Fórum
 

Leonardo Padura Fuentes,de 61 anos, é o escritor cubano mais popular do mundo. Ele tem feito sucesso desde a década passada sem se valer dos chavões da literatura cubana típica, com seus operários, guerrilheiros e mulheres fatais. Padura, como é conhecido, é a negação da política. Não resta um único traço da Havana revolucionária em seus romances. Esse ex-jornalista cultural convertido em autor de best-sellers apresenta uma paisagem urbana decadente e enlameada no crime e na violência....

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Leonardo Padura é o escritor cubano mais popular do mundo Luís Antônio Giron 12.10.2017 Isto É
 
“Eu diria que vivemos em um mundo de transição. Um sistema que se recusa a acabar”. A sentença, proferida com voz grave e forte sotaque inglês, é do jornalista, ativista internacional e cinegrafista paquistanês Tariq Ali, um dos nomes mais conhecidos quando se trata de movimentos de resistência ao capitalismo.
 
Nascido no Paquistão, é um dos editores da revista New Left Review e colaborador do The Guardian, e autor de...
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"Vivemos em um mundo de transição e sem alternativas" Helô D’Angelo 10.10.2017 Jornal do Totonho