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  • Felipe Bragança
    Felipe Bragança autor

    Felipe Bragança é cineasta, dirigiu os longas A alegria, estreia mundial no Festival de Cannes 2010, e Fuga da mulher gorila, que estreou no Festival de Locarno 2009. Dirigiu 5 curtas apresentados em festivais como Berlim, Oberhausen e na Bienal de Sharjah. Coordenou o média-coletivo Desassossego, com a participação de diretores convidados como Karim Ainouz e Marco Dutra. Teve retrospectiva de seus trabalhos como diretor no Jeu de Paume de Paris, na CALARTS - California Institute of Fine Arts e no KINO ARSENAL de Berlim. Esteve em 2013 como artista convidado do DAAD-Berlin, bolsa de desenvolvimento de seu próximo longa como diretor e foi duas vezes premiado pelo Hubert Bals Fund para desenvolvimento de novos projetos. Como roteirista, assina os filmes O céu de Suely e Praia do futuro, ambos de Karim Ainouz, e Grimunho, de Helvécio Marins e Clarissa Campolina.  

triangulo
  • Margem Esquerda n°22 Dossiê: 50 anos do Golpe de 1964
    R$ 30,00

    Em 2014 rememoram-se cinquenta anos do golpe militar que em 1º de abril de 1964 instaurou uma ditadura no Brasil. Margem Esquerda soma-se às muitas tentativas de compreensão desse evento, das dinâmicas internas que levaram às crises do começo da década de 1960 às interferências internacionais que o provocaram. Adotando perspectiva interdisciplinar, Angélica Lovatto, Antonio Carlos Mazzeo, Beto Almeida e Milton Temer analisam, no Dossiê, o caráter do golpe, a participação de amplos segmentos da sociedade brasileira na conspiração, o significado da transição, o papel de João Goulart, a censura às publicações de esquerda. Text ...

    Ano de publicação 2014.

  • Claun A saga dos bate-bolas
    R$ 64,00

      No início do século XX, quando o Carnaval era uma festa para poucos e o Rio de Janeiro passava por grandes transformações, grupos de mascarados se reuniam pelos becos da cidade e enfrentavam a ordem pública e a repressão. Diziam ter o corpo fechado, falar com espíritos e ter poderes sobre-humanos. Eram chamados de “clóvis” ou “bate-bolas”. Hoje em dia, a tradição continua viva no Rio, sobretudo nos bairros do subúrbio. Os bate-bolas habitam as ruas, disputando o imaginário da cidade. Uma gangue de arrastão poético, à margem do Carnaval convencional, e uma tradição que há anos é criminalizada pela elite carioca. I ...

    Ano de publicação 2014.