• Minhas compras
  • Entrar

Mudamos nossa loja virtual para melhor atendê-lo. Se você já é cliente, utilize a funcionalidade de "Esqueci minha senha" para atualizar seu acesso e fazer o login.

Minhas Compras

Não há produtos no carrinho.

  • Felipe Bragança
    Felipe Bragança autor

    Felipe Bragança é cineasta, dirigiu os longas A alegria, estreia mundial no Festival de Cannes 2010, e Fuga da mulher gorila, que estreou no Festival de Locarno 2009. Dirigiu 5 curtas apresentados em festivais como Berlim, Oberhausen e na Bienal de Sharjah. Coordenou o média-coletivo Desassossego, com a participação de diretores convidados como Karim Ainouz e Marco Dutra. Teve retrospectiva de seus trabalhos como diretor no Jeu de Paume de Paris, na CALARTS - California Institute of Fine Arts e no KINO ARSENAL de Berlim. Esteve em 2013 como artista convidado do DAAD-Berlin, bolsa de desenvolvimento de seu próximo longa como diretor e foi duas vezes premiado pelo Hubert Bals Fund para desenvolvimento de novos projetos. Como roteirista, assina os filmes O céu de Suely e Praia do futuro, ambos de Karim Ainouz, e Grimunho, de Helvécio Marins e Clarissa Campolina.  

triangulo
  • Claun A saga dos bate-bolas
    R$ 64,00

      No início do século XX, quando o Carnaval era uma festa para poucos e o Rio de Janeiro passava por grandes transformações, grupos de mascarados se reuniam pelos becos da cidade e enfrentavam a ordem pública e a repressão. Diziam ter o corpo fechado, falar com espíritos e ter poderes sobre-humanos. Eram chamados de “clóvis” ou “bate-bolas”. Hoje em dia, a tradição continua viva no Rio, sobretudo nos bairros do subúrbio. Os bate-bolas habitam as ruas, disputando o imaginário da cidade. Uma gangue de arrastão poético, à margem do Carnaval convencional, e uma tradição que há anos é criminalizada pela elite carioca. I ...

    Ano de publicação 2014.