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  • György Lukács
    György Lukács autor

    Nascido em 13 de abril de 1885 em Budapeste, Hungria, György Lukács é um dos mais influentes filósofos marxistas do século XX. Doutorou-se em ciências jurídicas e depois em filosofia pela Universidade de Budapeste. No final de 1918, influenciado por Béla Kun, aderiu ao Partido Comunista e, no ano seguinte, foi designado Vice-Comissário do Povo para a Cultura e a Educação.   Em 1930 mudou-se para Moscou, onde desenvolveu intensa atividade intelectual. O ano de 1945 foi marcado pelo retorno à Hungria, quando assumiu a cátedra de Estética e Filosofia da Cultura na Universidade de Budapeste. Estética, considerada sua obra mais completa, foi publicada em 1963 pela editora Luchterhand. Já seus estudos sobre a noção de ontologia em Marx, que resultariam, oito anos depois, em Para uma ontologia do ser social, iniciaram-se em 1960. Lukács faleceu em sua cidade natal em 4 de junho de 1971.   A Boitempo, que já publicou seis obras do autor (Prolegômenos para uma ontologia do ser social, 2010; O romance histórico, 2011; Lenin e Para uma ontologia do ser social I, 2012; Para uma ontologia do ser social II, 2013; e Reboquismo e dialética, 2015), com o presente título dá continuidade à Biblioteca Lukács.

triangulo
  • R$ 30,00

    A transformação da crise dos mercados imobiliário e financeiro dos Estados Unidos em uma crise econômica global levou à desmoralização o discurso liberal em todo o mundo. Para avaliar seus impactos e alternativas, Margem Esquerda n.13 traz o dossiê “Hegemonia em tempos de crise”, composto por alguns dos mais importantes analistas desse fenômeno: o francês François Chesnais, o norte-americano Robert Brenner, o brasileiro José Luís Fiori e o inglês Peter Gowan. Chesnais, formulador da tese da financeirização do capitalismo, destaca a longevidade da recessão e as duras consequências para os trabalhadores. Mas lembra que a situaç&atild ...

    Ano de publicação 2009.

  • Prolegômenos para uma ontologia do ser social questões de princípios para uma ontologia hoje tornada possível
    R$ 76,00

    Após a publicação da primeira parte de sua Estética, em 1963, o filósofo húngaro György Lukács começou a trabalhar no ambicioso projeto de uma Ética que sintetizaria sua longa trajetória intelectual. Em suas investigações, porém, notou a “necessidade de uma elaboração prévia: a determinação histórico-concreta do modo de ser e de reproduzir-se do ser social”, como aponta José Paulo Netto, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Esses esforços são concluídos em 1969 e publicados postumamente com o título de Para uma ontologia do ser social. Com o objetivo de expli ...

    Ano de publicação 2010.

  • R$ 72,00

    Escrito em 1936-37, O romance histórico de György Lukács é considerado o trabalho mais significativo do filósofo nos anos de exílio na União Soviética. Publicado pela Boitempo Editorial, inédito em português, o livro traz textos preparatórios para uma “estética marxista”. Nele, o filósofo húngaro amadurece os fundamentos da sua teoria dos gêneros literários com uma abordagem materialista da história da literatura moderna e investiga a natureza da interação entre o espírito histórico e a grande literatura: correntes, ramificações e pontos de confluência que, do ponto de vista da teoria, s&ati ...

    Ano de publicação 2011.

  • Lênin um estudo sobre a unidade de seu pensamento
    R$ 33,00

    Quando escreveu essa obra, György Lukács considerava que uma exposição digna da totalidade da obra e história de Lenin ainda carecia de material suficientemente completo para sua realização e deveria ser situada no mínimo no contexto histórico dos trinta ou quarenta anos anteriores. Sem tal pretensão, sua obra Lenin: um estudo sobre a unidade de seu pensamento aponta em linhas gerais a relação entre a teoria e a práxis do líder revolucionário a partir do sentimento de que tal unidade ainda não estava clara o suficiente, nem mesmo na consciência de muitos comunista ...

    Ano de publicação 2012.

  • R$ 112,00

    Obra de síntese, Para uma ontologia do ser social é a mais complexa sistematização filosófica de seu tempo. Considerada o ápice intelectual do filósofo húngaro György Lukács, um dos maiores expoentes do pensamento humanista do século XX, a Ontologia (como se tornou conhecida), concebida no curso dos anos 1960, significa o salto da ontologia intuída à ontologia filosoficamente fundamentada nas categorias mais essenciais que regem a vida do ser social, bem como nas estruturas da vida cotidiana dos homens.

    O segundo volume de um dos projetos editoriais centrais da Boitempo, acalentado por mais de uma década, finalmente chega &a ...

    Ano de publicação 2013.

  • Reboquismo e dialética uma resposta aos críticos de História e consciência de classe
    R$ 42,00

    Escrito, provavelmente entre 1925 e 1926, para responder pontualmente as críticas a História e consciência de classe (1923), Reboquismo e dialética permaneceu inédito por muitos anos, e o próprio autor jamais se referiu a ele, até que o manuscrito foi descoberto nos arquivos de Moscou e publicado em 1996.

    Nesse breve ensaio que ora recebe sua primeira edição brasileira, György Lukács − um dos maiores intelectuais do século XX – parte da teoria marxiana, passa pela função do sujeito no processo de desenvolvimento histórico e problematiza a consciência de classe ao refutar a ideia de que ela seja somente um estado psicólogico ...

    Ano de publicação 2015.

  • Margem Esquerda n. 25 Dossiê: a universidade em crise - dilemas, desafios e perspectivas
    R$ 30,00

    Com recursos cada vez mais escassos, universidades e instituições de pesquisa são a nova face da crise no Brasil. A busca desenfreada por resultados reflete a lógica neoliberal, colocando em risco o ensino público superior na pátria autointitulada “educadora”. Para lançar luzes sobre as adversidades que vêm impactando a academia, aqui e no mundo, o sociólogo Marco Aurélio Santana organizou o Dossiê deste número de Margem Esquerda. São quatro artigos que indicam perspectivas no desdobramento dessa intrincada questão. Roberto Leher, reitor da UFRJ, articula as relações entre a

    Ano de publicação 2015.

  • R$ 59,00

    Marx e Engels se ocuparam a fundo dos problemas da arte e da literatura, mas não chegaram a publicar escritos abordando o tema de maneira sistemática. Nesta obra, o filósofo húngaro György Lukács realiza um trabalho magistral de destrinchar e examinar o tratamento que os fundadores do marxismo dedicaram ao tema da estética.

    Referência fundamental para pensar o imbricamento entre estética e política, os escritos reunidos em Marx e Engels como historiadores da literatura revelam a percepção inaugural que o pensador húngaro tem da estética marxista. Ao se debruçar sobre as análises que Marx, Engels e Lenin fazem da literatura e da arte, o livro ...

    Ano de publicação 2016.

  • R$ 84,00

    György Lukács é um dos maiores expoentes do pensamento humanista do século XX e Para uma ontologia do ser social é a mais complexa sistematização filosófica de seu tempo. Considerada uma das mais importantes obras do filósofo húngaro, concebida no curso dos anos 1960, a Ontologia (como se tornou conhecida) significa o salto daquela intuída à ontologia filosoficamente fundamentada nas categorias mais essenciais que regem a vida do ser social, bem como nas estruturas da vida cotidiana dos homens.

    O primeiro volume de um dos centrais projetos editoriais da Boitempo, acalentado por mais de uma década, finalmente chega às livrarias brasileiras com primorosa aprese ...

    Ano de publicação 2012.

  • O Estado e a revolução doutrina do marxismo sobre o Estado e as tarefas do proletariado na Revolução
    R$ 39,00

    Escrito entre agosto e setembro de 1917, em meio às perseguições do governo provisório encabeçado por Aleksandr Keriénski, este livro é o mais relevante estudo sobre o caráter do Estado desde as obras de Karl Marx e Friedrich Engels. Para concluí-lo, Lênin desbravou página a página os escritos sobre o Estado dos fundadores do materialismo dialético, notadamente A origem da família, da propriedade privada e do Estado, de Engels, e A guerra civil na França, de Marx.

     

    Sua elaboração remonta a polêmicas no seio do partido bolchevique, em 1916, que motivaram o dirigente a confeccionar o caderno conhecido co ...