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  • Antônio José Lopes Alves
    Antônio José Lopes Alves autor

    José Sergio Leite Lopes é Professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro e tem trabalhado há quarenta anos na temática da cultura das classes trabalhadoras no Brasil. Nos últimos anos tem centrado seus estudos em temáticas envolvendo trabalho, esportes, meio ambiente, conflito social e participação pública, além de estar envolvido em projetos sobre memória operária e memória camponesa.  Após diplomar-se em Economia pela Universidade de Paris (1968) e pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1969), prosseguiu seus estudos pós-graduados em Antropologia Social no Museu Nacional (UFRJ) obtendo seu grau de Mestre em 1975 e o de Doutor em 1986. Entre 1988 e 1990, foi pesquisador visitante, em período de pós-doutorado, no Centre de Sociologie de l’Éducation et de la Culture da École des Hautes Etudes en Sciences Sociales de Paris (EHESS). Em uma segunda missão no exterior, entre 1997 e 1999, desenvolveu como pesquisador associado ao Centre de Recherches du Brésil Contemporain da EHESS uma pesquisa sobre a história do futebol no Brasil. Entre 2003 e 2005 desenvolveu atividades como pesquisador e professor visitante na Universidade Federal de Pernambuco.  Sua pesquisa de mestrado sobre os trabalhadores industriais do açúcar no Nordeste brasileiro foi publicada como livro em 1976, sob o título O Vapor do Diabo: O Trabalho dos Operários do Açúcar. Sua pesquisa de doutorado sobre a história social de um grupo de trabalhadores numa vila operária têxtil foi publicada em 1988 sob o título: A Tecelagem dos Conflitos de Classe na Cidade das Chaminés. Ele também organizou livros como Mudança social no Nordeste, a reprodução da subordinação (1979), Cultura e identidade operária (1987), e A “ambientalização” dos conflitos sociais; participação e controle público da poluição industrial (2004) e tem publicado inúmeros artigos em revistas brasileiras e internacionais e capítulos de livros sobre esses temas e também sobre esportes e em particular o futebol em sua relação com as classes populares no Brasil.  Dirigiu, em parceria com Rosilene Alvim e Celso Brandão, o documentário Tecido Memória (2008), que ganhou o prêmio Pierre Verger de Vídeos Etnográficos da Associação Brasileira de Antropologia em 2010. Baseado em sua pesquisa antropológica e historiográfica feita no doutorado, retoma para filmagem entre 2006 e 2008, abrindo espaço para que os trabalhadores têxteis de Pernambuco reconstituam sua vida cotidiana no auge do poder patronal sobre cidades e bairros industriais, narrando a saga de suas lutas por direitos sociais e melhores condições de trabalho e moradia até os anos recentes.  

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  • Marx: estatuto ontológico e resolução metodológica estatuto ontológico e resolução metodológica
    R$ 47,00

    Em Marx: estatuto ontológico e resolução metodológica, J. Chasin, um dos grandes filósofos brasileiros, faz uma reflexão apurada sobre as conexões entre forma e conteúdo. A partir do legado marxiano, o autor busca reproduzir – pelo seu próprio interior – o trançado determinativo desses escritos, ao modo como o próprio Karl Marx os concebeu e expressou. A obra surgiu originalmente como um posfácio ao livro de Francisco José Soares Teixeira, Pensando com Marx, mas ganhou autonomia enquanto uma apurada e inovadora tentativa de apontar para a insuficiência das interpretações usuais do tecido teórico em Marx e também, como consequência inexo ...

    Ano de publicação 2009.

  • Brasil em jogo O que fica da Copa e das Olimpíadas?
    R$ 15,00

    Ao conquistar o direito de sediar a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, o Brasil aceitou o desafio de realizar dois megaeventos esportivos globais, que ao mesmo tempo despertam paixões e desconfianças. Há argumentos que defendem os eventos como uma janela singular e histórica de oportunidades, mas, longe do consenso, também surgem críticas que consideram tais projetos excludentes, potencializadores da desigualdade social nas cidades-sede e do endividamento público. A polêmica abre espaço para um amplo debate sobre o que significa para o Brasil sediar os megaeventos esportivos mais simbólicos do mundo na atual conjuntura política, econômica e social. &Ea ...

    Ano de publicação 2014.