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  • Andrew Jennings
    Andrew Jennings autor

    Premiado jornalista investigativo escocês, mundialmente conhecido pelo seu trabalho sobre o Comitê Olímpico Internacional e a Fifa, que ele chama da 'máfia dos esportes' globais. É autor de Jogo sujo, o mundo secreto da Fifa (Panda Books, 2011), entre outros. Até hoje é o único reporter do mundo banido das coletivas de imprensa da Fifa. Nascido em 1946, na Escócia. Mudou-se para Londres, na Inglaterra, ainda criança. Nos anos 1960, começou a carreira trabalhando para o jornal The Sunday Times. Passou por outras publicações britânicas até chegar à rádio BBC Four e, depois, à BBC TV, onde se destacou como repórter investigativo. Preparou reportagem sobre corrupção na New Scotland Yard, quartel-general da Polícia Metropolitana de Londres, que a emissora recusou-se a exibir. Demitiu-se, escreveu um livro sobre o tema – Scotland Yard's Cocaine Connection (Jonathan Cape, 1990), com Paul Lashmar e Vyv Simon – , refez a matéria com Paul Greengrass (diretor de O ultimato Bourne) e a exibiu pelo programa World in Action, da TV Granada, do Reino Unido, em 1986. Depois de 20 anos, voltou para a BBC TV, onde participa do programa de documentários Panorama. Além de Scotland Yard's Cocaine Connection, escreveu Os Senhores dos Anéis: Poder Dinheiro e Drogas Nas Olimpíadas Modernas (Best Seller, 1992), Jogo sujo: o mundo secreto da Fifa (Panda Books, 2011) e, mais recentemente, Um jogo cada vez mais sujo: o padrão Fifa de fazer negócios e manter tudo em silêncio (Panda Books, 2014).

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  • Brasil em jogo O que fica da Copa e das Olimpíadas?
    R$ 15,00

    Ao conquistar o direito de sediar a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, o Brasil aceitou o desafio de realizar dois megaeventos esportivos globais, que ao mesmo tempo despertam paixões e desconfianças. Há argumentos que defendem os eventos como uma janela singular e histórica de oportunidades, mas, longe do consenso, também surgem críticas que consideram tais projetos excludentes, potencializadores da desigualdade social nas cidades-sede e do endividamento público. A polêmica abre espaço para um amplo debate sobre o que significa para o Brasil sediar os megaeventos esportivos mais simbólicos do mundo na atual conjuntura política, econômica e social. &Ea ...

    Ano de publicação 2014.