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"O jovem Karl Marx" e o salto civilizatório que o socialismo trouxe ao mundo

As cenas de abertura de em O jovem Karl Marx em, dirigido pelo haitiano Raoul Peck (Eu não sou seu negro), trazem camponeses miseráveis recolhendo gravetos no chão para alimentar o fogo em suas casas e assim fugir da fome e do frio. Na época, o governo da província do Reno, onde Marx nasceu, igualara a coleta com o roubo, provocando a indignação do jovem jornalista, que publica uma série de artigos furiosos na Gazeta Renana, para a qual escrevia. Montesquieu cita dois tipos de corrupção. Um, quando as pessoas não observam as leis. E outro, quando a lei as corromperão as imagens dos camponeses sendo massacrados pela polícia são acompanhadas por trechos dos ensaios, recentemente publicados no Brasil pela Boitempo com o título Os despossuídos.

 

O futuro autor de O capital, uma das obras mais importantes do século 20, tinha 24 anos em 1842, quando publicou estes escritos, que tão cedo detonaram a perseguição que sofreu durante quase toda a vida apenas por sair em defesa da classe trabalhadora. No ano seguinte, após ser censurado e preso, Marx é banido da Prússia e parte com a mulher para Paris, de onde também será expulso dois anos depois, com Jenny grávida e com um bebê de colo. São anos de privações e fome para a família, não tão diferentes do que vivia a maioria do povo nas ruas da Europa de então: uma massa de operários sujos, esfarrapados, famintos e trabalhando desde a mais tenra idade até à morte, perfeitamente retratados no filme como uma versão em HD do que Rosa Luxemburgo queria dizer quando falava em “socialismo ou barbárie”.

Confira a matéria de Cynara Menezes do Socialista Morena.