• Minhas compras
  • Entrar

Mudamos nossa loja virtual para melhor atendê-lo. Se você já é cliente, utilize a funcionalidade de "Esqueci minha senha" para atualizar seu acesso e fazer o login.

Minhas Compras

Não há produtos no carrinho.

A revolta dos intelectuais na Hungria

Dos debates sobre Lukács e Tibor Déry ao Círculo Petöfi

István Mészáros

R$ 49,00 Comprar

Este livro estará disponível a partir da data 10/10/2018
A revolta dos intelectuais na Hungria
  • autor: István Mészáros
  • tradutor: João Pedro Alves Bueno
  • revisão técnica : Claudinei Cássio de Rezende
  • apresentação: Antonio Rago Filho
    Claudinei Cássio de Rezende
  • orelha: Maria Orlanda Pinassi
título original:
La rivolta degli intellettuali in Ungheria: Dai dibattiti su Lukács e su Tibos Déry al Circolo Petöfi
coleção:
Mundo do Trabalho
selo:
BOITEMPO EDITORIAL
idioma:
Português
páginas:
184
formato:
16cm x 23cm x 1cm
peso:
313 gr
ano de publicação:
2018
encadernação:
Brochura
ISBN:
9788575596463

 

ESTE LIVRO ENCONTRA-SE EM PRÉ-VENDA E SÓ ESTARÁ DISPONÍVEL A PARTIIR DO DIA 10/10/2018.

 

Um ano após a morte do filósofo marxista István Mészáros, a Boitempo publica A revolta dos intelectuais na Hungria, primeira obra do autor num exílio que se tornaria definitivo. Publicado originalmente na Itália, em 1958, menos de dois anos após a Revolução Húngara de 1956, esse testemunho de grande valor histórico completa sessenta anos sem perder sua atualidade. Um jovem Mészáros fornece ao leitor uma série de informações e análises em primeira mão sobre as atividades dos intelectuais e das instituições e a grande “reviravolta” que levaria à involução e à supressão de todas as liberdades democráticas. Esses eventos marcaram de forma profunda o desenvolvimento de seu pensamento e de sua vida.

Para além de seu papel como representante da jovem geração intelectual que participou da revolta húngara, Mészáros se debruça sobre o conjunto dos acontecimentos, oferecendo uma perspectiva crítica inédita até então e ainda hoje rara. A partir da reconstituição das relações de oposição socialista ao socialismo soviético, o autor avalia as transformações das políticas de controle sobre a produção intelectual, tanto teórica quanto literária, e o processo de auto-organização dos intelectuais húngaros. A narrativa perpassa desde debates referentes à estética propriamente dita até diversas questões relativas à política soviética para a arte e a intelectualidade em geral, o que inclui, por exemplo, o debate sobre a situação da educação e das ciências.

Neste livro, István Mészáros desvenda os meandros de um regime que esterilizou a política, instrumentalizou a arte e aprisionou o pensamento. Trata-se de uma narrativa seminal sobre liberdade, sensibilidade, tomada de consciência e radicalismo político.
 
Trecho da obra:

Só com a democratização mais radical é possível imaginar uma solução segura e duradoura para os problemas culturais. Essa democratização, naturalmente, não é uma questão cultural, mas político-social: do contrário, se fosse realizável nos limites da cultura, já se teria há tempo tratado de eliminar o problema, exposto, mais que qualquer outro, aos refletores das contradições. A democratização radical é, portanto, uma necessidade urgente não apenas da cultura, mas de todos os setores da vida.