Revela as origens do discurso trabalhista no Brasil, destacando sua ambiguidade e manipulação pelo projeto getulista. Utilizando a perspectiva de Gramsci e dialogando com autores como Barthes e Foucault, é acessível não apenas à academia. Essencial para compreender as lutas operárias no país.
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Em O roubo da fala: origens da ideologia do trabalhismo no Brasil, Adalberto Paranhos revela o nascimento e a consolidação do discurso trabalhista, seus desdobramentos e ambiguidades. O livro faz parte da coleção Mundo do Trabalho, editada pela Boitempo, que tem entre suas preocupações centrais a documentação do passado recente de nossa história operária.
O autor desenvolve a tese de que o trabalhismo, antes de ser a outorga de um Estado paternalista que se antecipou às reivindicações do movimento operário, é uma fala subtraída aos trabalhadores, redesenhada pelo projeto político-ideológico getulista e devolvida ao mundo do trabalho sob a forma de Getúlio Vargas.
Construindo sua análise a partir dos delineamentos teóricos esboçados por Gramsci, Adalberto Paranhos não deixa de incorporar as contribuições críticas de intelectuais como Roland Barthes, Michel Foucault e Roger Chartier.
O roubo da fala trata-se, portanto, de uma obra não apenas para os iniciados da academia, onde o autor faz uma reconstituição de como essa "fala roubada" está presente no cotidiano das lutas operárias no Brasil.
Autoria de
Adalberto Paranhos
Autoria de Adalberto Paranhos Número de páginas: 232 Dimensões: 21 x 14 x 1,0 cm Peso: 327,2 g ISBN: 9788585934323 Encadernação: brochura Ano de publicação: 2000