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Reivindicação dos direitos da mulher

Mary Wollstonecraft

R$ 53,00 Comprar

Este livro estará disponível a partir da data 08/03/2018
Reivindicação dos direitos da mulher
  • orelha: Diana Assunção
  • colaborador: Iskra
  • tradutor: Ivania Pocinho Motta
  • prefácio: Maria Lygia Quartim de Moraes
  • autor: Mary Wollstonecraft
selo:
BOITEMPO EDITORIAL
páginas:
256
formato:
0cm x 0cm x 0cm
peso:
408 gr
ano de publicação:
2016
ISBN:
9788580000000

Considerado um dos documentos fundadores do feminismo, o livro denuncia a exclusão das mulheres do acesso a direitos básicos no século XVIII, especialmente o acesso à educação formal. Escrito em um período histórico marcado pelas transformações que o capitalismo industrial traria para o mundo, o texto discute a condição da mulher na sociedade inglesa de então, respondendo a filósofos como John Gregory, James Fordyce e Jean-Jacques Rousseau.

Libertária, Mary Wollstonecraft fez de sua própria vida uma defesa da emancipação feminina: envolveu-se na Revolução Francesa e foi uma precursora do amor livre. Tendo falecido logo após o parto de sua segunda filha, não pôde vê-la tornar-se, também, uma famosa escritora: Mary Shelley, a autora de Frankenstein. Extremamente revolucionário para a época, Reivindicação dos direitos da mulher foi traduzido para vários idiomas, se tornou uma referencia teórica para as precursoras do feminismo contemporâneo, como Simone de Beauvoir, e uma leitura essencial para as discussões de gênero.

"Reivindicação dos direitos da mulher resulta tanto de uma trajetória de lutas militantes de Mary como de seus enfrentamentos contra a moral sexista e conservadora da época", diz Maria Lygia Quartim de Moraes, que assina o prefácio. Citando a feminista britânica Sheila Rowbotham, ela argumenta que Mary, "como mulher de razão e mulher de natureza", personifica a tensão e as fissuras do Iluminismo, e que a leitura deste livro - escrito em linguagem direta e marcante - "desperta um sentimento de admiração por essa jovem mulher, capaz de superar tantos obstáculos, que lutou obstinadamente para ser feliz e foi muito além dos limites que seu tempo permitia".

A edição também traz texto de orelha de Diana Assunção, historiadora e militante dos direitos das mulheres (ISKRA); uma cronologia da vida e obra de Mary Wollstonecraft e uma página sobre trajetória da escritora em quadrinhos, de Fred Van Lente (adaptação) e Ryan Dunlavey (arte), publicada originalmente na antologia Cânone gráfico, volume 1: clássicos da literatura universal em quadrinhos (Barricada, 2014).

Leia mais sobre Mary Wollstonecraft no Blog da Boitempo.

ERRATA:

Na página 11, onde se lê:

Em 1874, junto com a irmã Eliza, que ajudara a escapar de um marido violento, ela funda uma escola em Newington Green, comunidade com forte presença de livres pensadores. [...] Em 1874, publica o panfleto Thoughts on the Education of Daughters: with Reflections on Female Conduct, in the More Important Duties of Life e passa a dedicar-se à literatura, tornando-se tradutora e conselheira de Joseph Johnson, editor de textos radicais.

Leia-se:

Em 1784, junto com a irmã Eliza, que ajudara a escapar de um marido violento, ela funda uma escola em Newington Green, comunidade com forte presença de livres pensadores. [...] Em 1787, publica o panfleto Thoughts on the Education of Daughters: with Reflections on Female Conduct, in the More Important Duties of Life e passa a dedicar-se à literatura, tornando-se tradutora e conselheira de Joseph Johnson, editor de textos radicais.