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O marxismo e a transição socialista
estado, poder e burocracia: um debate estratégico inadiável 
Autoria de Roberto Sáenz
Disponível a partir de: 22 de maio de 2026.

O marxismo e a transição socialista, do argentino Roberto Sáenz, volta às raízes das obras de Marx e Engels e de importantes figuras revolucionárias do século XX para apresentar um balanço das revoluções do passado e reinterpretar o futuro. O autor procura compreender por que as tentativas de transição para o comunismo fracassaram. 
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Para além de um balanço histórico, Sáenz articula teoria, política e estratégia para extrair lições das experiências revolucionárias e recolocar em movimento a ótica marxista contemporânea. A obra não oferece respostas fáceis, mas levanta um importante questionamento: as grandes revoluções fracassaram porque não chegaram a ser plenamente socialistas? 

“Foram desenvolvidas imensas experiências de expropriação do capitalismo. Em primeiro lugar, a maior revolução político-social da história da humanidade: a Revolução Russa, em que a classe operária tomou o poder com suas próprias organizações. Entretanto, veio a degeneração burocrática da Revolução Russa e, com a Revolução Chinesa de 1949 e outras revoluções subsequentes na segunda metade do século XX (como no Vietnã, na antiga Iugoslávia e em Cuba), a classe operária não conseguiu tomar o poder e isso bloqueou de forma duradoura a transição socialista”, argumenta Sáenz na apresentação.  

Trecho do livro

Um Estado que não se extingue, que se erige acima das massas, é um poderoso sintoma de que algo está errado com a revolução. Para que essa tendência à extinção do Estado se afirme, vários processos devem se combinar e se complementar, como já vimos: a) a extensão internacional da revolução; b) o desenvolvimento das forças produtivas; e c) que o poder seja cada vez mais exercido coletivamente pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras. Esse exercício coletivo do poder deve ser um exercício político, não “sindi­calista” ou no nível de cada local de trabalho, ao estilo da autogestão (uma instância complementar, mas que não pode substituir o domínio político coletivo em nível estatal). Trata-se de democracia socialista, de governo proletário, de organização de seções cada vez mais amplas em partidos e correntes revolucionárias, para a tomada de decisões cada vez mais coletivas sobre a totalidade das questões, inclusive, obviamente, a produção nacional e a revolução internacional”. 

Autoria de

Autoria de Roberto Sáenz 
Capa de Maikon Nery 
Prefácio de Plínio de Arruda Sampaio Júnior 
Texto de orelha de Frank García Hernández
Texto de quarta capa de Plínio de Arruda Sampaio Júnior 
Tradução de Renato Assad, Antonio Soler e Marcelo Cintra Barbão 
Título original: El marxismo y la transición socialista. Estado, poder y burocracia: un debate estratégico insoslayable 
Páginas: 480
Formato: 23cm x 16cm x 2cm
Peso: 300g
Ano Publicação: 2026
Encadernação: Brochura
ISBN: 9786557175590