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Bem-vindo ao deserto do Real!

cinco ensaios sobre o 11 de Setembro e datas relacionadas

Slavoj Zizek

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Bem-vindo ao deserto do Real!
  • tradutor: Paulo Castanheira
  • autor: Slavoj Zizek
edição:
1
selo:
Boitempo
idioma:
Portuguese
páginas:
192
formato:
21cm x 14cm x 1cm
peso:
200 gr
ano de publicação:
2003
ISBN:
9788575590355

'Com essa esquerda, quem precisa de direita?'

Bem-vindo ao deserto do real! é uma coletânea de cinco ensaios de Slavoj Žižek, onde o autor aborda os acontecimentos de 11 de Setembro e suas consequências.O filósofo esloveno firmou-se como um importante interlocutor nos debates sobre o destino do pensamento político de esquerda, ao mesmo tempo em que se transformou em figura de destaque dos cultural studies norte-americanos, ao fornecer uma outra via de abordagem da cultura contemporânea.Em Bem- vindo ao deserto do real!, Slavoj Žižek usa a provocativa frase 'Com essa esquerda, quem precisa de direita?' para comentar a atuação da esquerda no período posterior aos atentados de 2001. Atuação essa que permitiu que a ideologia hegemônica se apropriasse da tragédia e impusesse sua mensagem de que é preciso escolher um lado na 'guerra contra o terrorismo'.Para o autor, a tentação de escolher um dos lados deve ser evitada. Segundo Žižek, quando as escolhas parecem muito claras, a ideologia se encontra em seu estado mais puro, obscurecendo as verdadeiras opções. A 'democracia liberal' não é a alternativa ao 'fundamentalismo' muçulmano, coloca.Publicado pela Boitempo dentro da coleção Estado de Sítio, Bem-vindo ao deserto do Real! não é apenas mais um livro sobre os desafios políticos impostos pelo 11 de Setembro. Movendo-se no interior de um terreno para onde convergem a crítica da cultura, a psicanálise, a teoria social, a análise cinematográfica e a política, Žižek sabe diagnosticar os sintomas da sociabilidade contemporânea e desvendar articulações onde menos se espera.Suas conclusões ultrapassam a análise circunstancial de um fato e levam o leitor ao cerne dos impasses do nosso tempo. Um tempo em que a busca pela realidade objetiva que há por trás das aparências é falsa, funcionando como 'o estratagema definitivo para evitar o confronto com o Real'.