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Cadernos Filosóficos

Hegel

Vladímir Lênin

R$ 59,00 Comprar

Este livro estará disponível a partir da data 25/06/2018
Cadernos Filosóficos
  • autor: Vladímir Lênin
  • tradutor: Edições Avante!
    José Paulo Netto
  • orelha: Gianni Fresu
  • posfácio: Michael Löwy
  • introdução: Henri Lefebvre
  • introdução: Norbert Guterman
  • co-organizador: Fundação Dinarco Reis (Apoio)
    Fundação Maurício Grabois (Apoio)
coleção:
Arsenal Lenin
selo:
Boitempo Editorial
idioma:
Português
páginas:
392
formato:
0cm x 0cm x 0cm
peso:
300 gr
encadernação:
Brochura

Este livro encontra-se em pré-venda até 25/06.

Cadernos filosóficos, segundo volume da coleção Arsenal Lênin, reúne um conjunto de textos que, embora pouco conhecido do grande público, é considerado fundamental para a trajetória teórico-prática dos intensos dez últimos anos de vida do líder soviético. Desafiadoras, essas anotações sobre obras e palestras de Hegel centradas na lógica, na dialética e na filosofia da história documentam um momento de transição no pensamento leniniano.

Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914, e a cisão por ela gerada no interior da Segunda Internacional, Lênin viu-se forçado a deixar seu exílio na Polônia e estabelecer-se na Suíça, país neutro no conflito. No período em que esteve em Berna, Lênin leu, fichou e comentou textos filosóficos de diferentes épocas e procedências, de Aristóteles a Hegel e Marx, passando por Feuerbach, Plekhánov e muitos outros. Todos convergiam, no entanto, para uma preocupação central: a fundamentação dialética da transformação social. Ainda que fragmentárias, suas anotações representam uma mudança qualitativa em relação a sua obra filosófica conclusa mais conhecida, Materialismo e empiriocriticismo

A maioria dos ensaios, manuscritos, fragmentos e notas que compõem o volume foi publicada pela primeira vez em 1929-1930, na União Soviética, como parte da Coletânea Lênin. A edição da Boitempo conta com os textos-base traduzidos diretamente do russo pelo coletivo das Edições Avante! e com revisão da tradução de Paula Vaz de Almeida; introdução de Henri Lefebvre e Norbert Guterman, elaborada em 1935 e traduzida do francês por José Paulo Netto; posfácio de Michael Lowy,

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“Os Cadernos filosóficos são o coroamento do percurso de esclarecimento filosófico em Lênin, que se entrelaça à obra mais propriamente política e econômica e, por consequência, à prática concreta. O diferencial das análises e anotações do líder russo consiste nessa constante interação entre teoria e práxis. A prática é de fato o elemento que mais distingue a figura de Lênin em um panorama do marxismo depois de Marx, no qual esses dois âmbitos raramente tiveram efetiva conjunção.” — Gianni Fresu.

“Ainda há marxistas que tomam o Lênin de Materialismo e empiriocriticismo como o nec plus ultra da filosofia. Estes certamente não reconhecerão seu Lênin nestes Cadernos... É uma lástima, para eles e para o marxismo: aqui está Lênin em sua madurez revolucionária e na plenitude de sua universalidade teórica.” — José Paulo Netto.

“O organismo não está isolado do mundo, nem o cérebro da totalidade do organismo. A consciência está “imersa” no mundo (Lênin), inteiramente aberta à natureza e ao conteúdo da vida social. Pensa-se com o cérebro e também com as mãos e com todo o corpo e também com toda a práxis humana – enfim, com o mundo inteiro. Esta intensificação da lucidez constituiu precisamente uma das grandezas de Lênin – sua exigência é um elemento essencial de todo drama. O momento em que a contradição objetiva se exaspera é também aquele em que a consciência deve afirmar sua realidade.” — Henri Lefebvre e Norbert Guterman. “Os Cadernos filosóficos são o coroamento do percurso de esclarecimento filosófico em Lênin, que se entrelaça à obra mais propriamente política e econômica e, por consequência, à prática concreta. O diferencial das análises e anotações do líder russo consiste nessa constante interação entre teoria e práxis. A prática é de fato o elemento que mais distingue a figura de Lênin em um panorama do marxismo depois de Marx, no qual esses dois âmbitos raramente tiveram efetiva conjunção.” — Gianni Fresu.

“Ainda há marxistas que tomam o Lênin de Materialismo e empiriocriticismo como o nec plus ultra da filosofia. Estes certamente não reconhecerão seu Lênin nestes Cadernos... É uma lástima, para eles e para o marxismo: aqui está Lênin em sua madurez revolucionária e na plenitude de sua universalidade teórica.” — José Paulo Netto.

“O organismo não está isolado do mundo, nem o cérebro da totalidade do organismo. A consciência está “imersa” no mundo (Lênin), inteiramente aberta à natureza e ao conteúdo da vida social. Pensa-se com o cérebro e também com as mãos e com todo o corpo e também com toda a práxis humana – enfim, com o mundo inteiro. Esta intensificação da lucidez constituiu precisamente uma das grandezas de Lênin – sua exigência é um elemento essencial de todo drama. O momento em que a contradição objetiva se exaspera é também aquele em que a consciência deve afirmar sua realidade.” — Henri Lefebvre e Norbert Guterman.