• Minhas compras
  • Entrar

Mudamos nossa loja virtual para melhor atendê-lo. Se você já é cliente, utilize a funcionalidade de "Esqueci minha senha" para atualizar seu acesso e fazer o login.

Minhas Compras

Não há produtos no carrinho.

Geração 90: os transgressores

os melhores contistas brasileiros surgidos no final do século XX

Nelson de Oliveira (org.)

R$ 47,00 Comprar

Geração 90: os transgressores
  • organizador: Nelson de Oliveira (org.)
  • autor: Ademir Assunção
    Altair Martins
    André Sant'anna
    Arnaldo Bloch
    Claudio Galperin
    Daniel Pellizzari
    Edyr Augusto Proença
    Ivana Arruda Leite
    Joca Reiners Terron
    Jorge Piero
    Luci Collin
    Marcelino Freire
    Marcelo Mirisola
    Ronaldo Bressane
    Simone Campos
  • orelha: Flávio Aguiar
selo:
BOITEMPO EDITORIAL
páginas:
342
formato:
21cm x 14cm x 1cm
peso:
320 gr
ano de publicação:
2003
ISBN:
8575590232

"Esta é uma antologia de prosadores ? dos melhores contistas e romancistas surgidos na década de 90 ? e não de contos, que são todos inéditos e foram escritos exclusivamente para este projeto pelos dezesseis escritores convidados. A essa altura do campeonato você deve estar se perguntando: `Os transgressores? Que diabos de subtítulo é esse? Que significa ser um transgressor hoje em dia?` A resposta a essas questões é toda a justificativa desta antologia, cujo propósito é o de dar continuidade à primeira, organizada por mim e lançada pela Boitempo ? Geração 90: manuscritos de computador ?, e se possível enriquecê-la.

Este livro é o melhor tributo possível às vanguardas – à tribo de Joyce, à de Breton, à de Oswald, tão distintas ?, hoje todas extintas, e ao seu legado, que continua vivo e presente na corrente sanguínea da cultura ocidental." (Nelson de Oliveira)

"A maioria dos contos tendem a uma transgressão formal, mas pertinente. Não têm uma ação, como os contos tradicionais. Tornam-se crônicas de um tempo sem fim, ou de um fim sem tempo. Esse tempo é o nosso, o do mundo informatizado.

São contos, portanto, de denúncia. Mas são um protesto peculiar: são como garrafas com mensagens jogadas no mar, depois de um naufrágio. Isto é uma proeza meritória: tem méritos escrever contos na era do livro descartável.

Os contos desta antologia enfrentam todos a mesma realidade: nossa linguagem se transformou num aquário; pequeno ou grande, não tem saída. Nesse mundo, as palavras articuladas assemelham-se a bolhas: elas espoucam, se sucedem e se desmancham no ar; a comunicação fica impossível. Qualquer coincidência com o nosso mundo é mera semelhança. Leitor ou leitora: bem-vindo à verdadeira era de Aquário. Ou dos aquários." (Flávio Aguiar)